O habitat natural do Mini-LED é o ambiente claro. Enquanto OLEDs atingem ~1.500-2.500 nits HDR de pico, Mini-LEDs premium atingem 4.000-5.000 nits e os sustentam em janelas maiores.
Melhor no geral (65"): Sony Bravia 9 K-65XR90 — US$ 2.799
Pico HDR 4.000 nits, retroiluminação Mini-LED 480 zonas, processador XR Cognitive da Sony. Melhor manejo de movimento da categoria. Dolby Vision + IMAX Enhanced.
Melhor custo-benefício (55"): Hisense U8N — US$ 999
3.000 nits de pico, 1.000+ zonas de atenuação local, 144 Hz nativo, HDMI 2.1 ×2 completos.
Melhor 75": TCL QM851G — US$ 1.899
2.400 zonas de atenuação local, 5.000 nits de pico. O processamento da TCL alcançou a Samsung — blooming é raro mesmo em legendas de 100 nits.
Melhor 85"+: Samsung QN90F (85") — US$ 3.499
Revestimento antirreflexo fosco similar ao S95F QD-OLED.
Onde Mini-LED bate OLED
- HDR tela cheia sustentado (sem atenuação ABL)
- Esportes diurnos em ambiente claro e TV broadcast
- Sem risco de burn-in para elementos UI fixos
Onde ainda perde para OLED
- Níveis de preto em visualização cinema em ambiente escuro
- Ângulos de visão além de ~30° off-axis
O que evitar
- TVs Mini-LED com menos de 500 zonas em 65"+.
- Marketing "Mini-LED" edge-lit.
- Painéis Mini-LED 60 Hz.